O Grêmio, os secadores e os alarmistas da aldeia





Como diz o inquieto RW, eles são previsíveis. Todos sabem quem são eles. Até os marcianos.

Primeiro, eles dizem, o Tucumán é fraco. Clube menor. À medida em que o jogo se aproxima, muda tudo: o adversário é terrível, dificilmente perde em casa, está invicto há tempos, tem um ataque mortal, uma defesa impiedosa, uma torcida incansável e um estádio que se transforma num caldeirão.

É sempre a mesma coisa, uma maneira de provocar pânico no torcedor gremista. E atiçar os secadores. Se eu não conhecesse a aldeia e seus aldeões vermelhos estaria roendo as unhas, com medo de sair de casa.

Eles não sabem que já estamos calejados, conhecemos essa lenga-lenga.

Agora a cereja do bolo: se o Grêmio vence é porque o adversário não tem camisa, não tem história, não é um peso pesado. Ou seja, o time assustador vira um fantoche, uma presa fácil.

“Quero ver

Leia a notícia completa em:

O Grêmio, os secadores e os alarmistas da aldeia