O show já terminou, vamos voltar à realidade…





A França foi a seleção mais homogênea, do goleiro ao ‘ponta-esquerda’. É inevitável a comparação com o Brasil, digo, com a seleção brasileira.

Os franceses, assim como os belgas, os ingleses, os ucranianos e mais outras seleções que ficaram pelo caminho, jogaram seguindo uma frase do Nélson Rodrigues: fizeram de suas seleções pátrias de chuteira.

A frase ‘o escrete é a pátria em chuteiras’ já foi adequada para a seleção brasileira numa época em que a seleção era apelidada de canarinho. Faz tempo. Hoje, a seleção parece um fardo, um incômodo, para boa parte dos jogadores brasileiros, principalmente esses que enriqueceram e que se preocupam muito mais com o corte e a cor dos cabelos.

Não sei exatamente quando a seleção foi se perdendo.

Até não acho que faltou empenho ao time, mas se a seleção do Tite – que se acomodou com os resultados positivos anteriores e levou

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